Produtividade, menos retrabalho 

e análise correta de métricas de gestão

Hospital Português escolhe Tasy para gerir a rotina hospitalar

Salvador - Bahia

 

A eficiência na gestão hospitalar depende de diversos fatores, dentre eles, a análise correta de métricas da gestão. Assim, para manter os serviços na mais alta qualidade dentro dos recursos disponíveis é fundamental dispor de uma ferramenta de porte para que todos os processos da gestão ocorram dentro do desejado. Por isso, o momento de escolha por uma nova tecnologia requer minuciosa análise. O Hospital Português (HP) realizou visitas aos principais centros de saúde do país para que a equipe de TI pudesse avaliar o desempenho de diversos sistemas utilizados pelo segmento. A instituição buscava uma ferramenta que agregasse a complexidade de informações próprias da rotina hospitalar e fornecesse dados globais concisos para o controle gerencial. Em 2013, decidiu pela implantação do sistema de gestão em saúde Tasy, pois se destacava em relação aos demais por apresentar maior completude, nível de parametrização, gestão de informações; além de gerar um menor volume de demandas complementares e de desenvolvimento específico para a área de tecnologia. Com o novo sistema e como especialista no segmento, o HP tem reduzido os trabalhos manuais focados na integração de informações demandadas pela gestão, bem como diminuído as não conformidades e o tempo gasto em atividades de rotina. Muitos recursos que permitem obter e acompanhar os índices de qualidade e resultados por centros produtivos e procedimentos executados passaram a fazer parte do dia a dia dos gestores do hospital. “Com o sistema, passamos a obter os indicadores estabelecidos em tempo hábil, permitindo a tomada de decisão para continuidade ou mudança de rumo dos processos. Uma evidência disso é o indicador de faturamento versus produção, cuja dificuldade relacionada ao processamento e envio da conta hospitalar para a operadora de saúde é conhecida no segmento, visto que se trata de um processo extremamente burocrático e permeado por etapas e exigências”, destaca Orlando Manuel Cunha da Silva, Presidente do Hospital Português. “O Tasy oportunizou estabelecer e acompanhar métricas, gerando modificações nos processos estabelecidos com ganho de eficiência. Com a maturidade no conhecimento do sistema, já obtivemos um ganho importante nesse indicador, na ordem de 5%, quando comparado com aos períodos anteriores”, relata Orlando.       

 

Como o sistema de gestão ajuda o time assistencial do HP

 

Nas palavras do Dr. Mário de Seixas Rocha, Gerente  Técnico do HP, a ação da caneta do médico produz  uma consequência que envolve todo o time assistencial  (farmácia, enfermagem, suprimento, entre outras áreas)  fechando, então, uma alça de retroalimentação. “Considero  que o Tasy é um sistema extremamente poderoso para a  área assistencial, pois contempla todas as modalidades do  setor de um grande hospital. A sua aquisição não é simples,  demanda um esforço quando comparado a sistemas  semelhantes, mas os benefícios alcançados pela utilização  desse instrumento, inequivocamente, são superiores a  qualquer outra solução de software na área médica que eu  conheça”, comenta Dr. Mário.

“Por exemplo, no nosso Pronto Atendimento (PA), as internações de urgência só podem ocorrer após a   autorização, com exceção dos convênios que não   possuem Central de Autorização com atendimento 24h.   No momento em que o plantonista do PA solicita a vaga   no PEP (Prontuário Eletrônico do Paciente), o sistema gera,   automaticamente, a Guia de Solicitação de Internação,   o registro da necessidade de vaga, a pendência de   autorização, e envia um e-mail para a gestão de leitos   como alerta. No momento em que a quantidade de diárias   autorizadas para internação é utilizada, o médico, ao   acessar o PEP, recebe um alerta do sistema solicitando   o preenchimento de uma justificativa de prorrogação de   permanência do paciente. Quando o processo é concluído,   a Guia de Solicitação de Prorrogação é gerada e uma nova   pendência de autorização é criada.  

Portanto, dentro do próprio fluxo assistencial, o sistema gera   as informações e aciona as áreas administrativas envolvidas,   facilitando a comunicação entre os diversos setores   envolvidos neste processo. “   “O Panorama de Leitos também é uma ideia conceitual   extremamente interessante, pois permite a localização   geográfica dos pacientes dentro da unidade. Por meio desse   recurso, é possível visualizar de forma rápida os dados   básicos de cadastro (nome, convênio, idade, gênero, médico   assistente etc.) e informações assistenciais relevantes, tais   como resultados de exames laboratoriais críticos, alta médica   liberada, identificação de que o paciente está em isolamento,   alergias, medicações pendentes de checagem, indicação de   itens prescritos e não liberados pela enfermagem e outros   alertas que facilitam o desempenho das atividades do Corpo   Clínico e Assistencial. Desse modo, constitui, sem dúvida   nenhuma, um dos mais importantes instrumentos disponíveis   anexos ao Tasy”, relata Dr. Mário de Seixas Rocha.   

 

TI como agente estratégico

 

A TI participa da elaboração do plano de negócio do HP, em   que se discute qual a contribuição que o uso da tecnologia   da informação pode dar nas necessidades de ganho em   eficiência operacional das áreas e na gestão estratégica. A   ideia envolve contribuir não só para a produtividade, mas   para alavancar o seu posicionamento estratégico. Para Ana   Carolina Cavalcanti, Gerente de TI, o departamento deve   fornecer dados, informações e conhecimento para as diversas   áreas da empresa no momento certo, por meio do uso de   softwares, hardwares, automações e mobilidade. Dessa   discussão, saem ações voltadas ao ganho de eficiência,   gestão estratégica a partir de análise de dados e informações   gerenciais e modernização para garantir um processo   dinâmico e enxuto alavancando o potencial competitivo do   hospital, ou seja, viabilizar novas estratégias e inovações que   permitam mais eficácia para a instituição.   “A tecnologia da informação pode contribuir para o ganho   de produtividade das equipes, para a redução do retrabalho,   para a redução de erros e desfechos negativos, redução   dos desperdícios e para uma tomada de decisão baseada   em dados que auxiliam nas análises dos cenários de forma   mais fidedigna, possibilitando mais assertividade. Além   disso, as ferramentas de TI podem ajudar na definição e   padronização dos processos, garantindo mais eficiência   e eficácia das atividades. A TI também pode contribuir na   obtenção e distribuição de conhecimento, auxiliando os times   a aumentarem sua capacitação técnica e a qualidade de seus   trabalhos”, relata Ana Carolina Cavalcanti.   Considerando todos os desafios de um hospital, um bom   sistema deve permitir que a gestão direcione os processos   e as tarefas, bem como os procedimentos executados,   para alcance dos melores resultados possíveis, tanto   em qualidade assistencial como em retorno financeiro.   “Com esta ferramenta, estamos preparados para crescer   sustentavelmente e atingir resultados ainda não alcançados,   finaliza o Presidente, Orlando Manuel Cunha da Silva.

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