Como a BP usou o Tasy EMR para aumentar a Segurança do Paciente e a Eficiência Operacional

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Denise Santos, CEO BP

Ter o Tasy significa ter foco na segurança do paciente, controle da rastreabilidade e poder tomar decisões rapidamente. Não vivemos mais sem o Tasy”.

 

Denise Santos, CEO

A BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo é um dos maiores polos de saúde da América Latina, com cerca de 1.000 leitos, 7.500 colaboradores e 4.000 médicos distribuídos em 3 diferentes unidades.

Ao longo de mais de 160 anos de história, essa estrutura foi gerenciada com pouco auxílio da tecnologia, o que tornava os processos lentos e de difícil gerenciamento. Então a BP viu a necessidade de uma transformação digital, procurando a promoção de uma melhor assistência ao paciente por meio de informação e tecnologia.

Em setembro de 2015 a instituição iniciou o processo de implantação do sistema Tasy. O resultado foi o reconhecimento de três unidades da BP com o nível 7 do Electronic Medical Record Adoption Model (EMRAM), modelo de adoção de prontuário eletrônico da Healthcare Information and Management System Society (HIMSS), que indica que 100% da gestão é paperless. Além de 11 certificações de qualidade assistencial, entre elas a da Joint Commision International (JCI) e da Organização Nacional de Acreditação (ONA).

Desafio

  • Protocolos desatualizados e sem barrerias automatizadas contra erros
  • Faturamento lento e dependente de documentos em papel
  • Dificuldade para gerar indicadores assistenciais
  • SLA (Service Level Agreement) de entrega de medicamentos de apenas 65%

Resultados

  • Atualização de protocolos, com destaque para o protocolo gerenciado de sepse, premiado pelo Instituto Latino Americano de Sepse (Ilas)
  • Diminuição de 10% na mortalidade por sepse
  • Implantação de alertas automáticos de risco e contra erros
  • Média de 60% do faturamento no mesmo mês contra menos de 40% antes do Tasy EMR, sem aumento de equipe
  • SLA de entrega de medicamentos de 98% e consequente redução de eventos adversos relacionados a medicamentos
Lilian Quintal Hoffmann, CIO e CCO BP

Graças a diversas iniciativas de gestão, inclusive o projeto de implantação do Tasy, o Ebita, que era de R$ 70 milhões negativos em 2013, passou para R$62,6 milhões positivos em 2016, R$ 102 milhões em 2017 e em 2018, chegou R$ 120 milhões”.

 

Lilian Quintal Hoffmann, CIO e CCO.

Com o Tasy EMR, a BP passou a medir resultados de maneira mais precisa nas áreas onde foi implantado e, a partir daí, foi possível investir nos pontos nos quais era necessário fazer ajustes. O monitoramento do Tasy facilitou o acesso a dados e informações que contribuem para tomada de decisões, auxiliando o dia a dia de quem administra a instituição e de quem está diretamente ligado ao cuidado do paciente.
Receita Bruta (em R$ Bilhões)
Verediana Penteado, Gerente-Executiva Médica

Depois da implantação do Tasy ficou tudo mais rápido, mais bem estruturado e com dados mais fidedignos. A qualidade das informações melhorou muito e também a atualização dos dados do prontuário eletrônico do paciente”.

 

Verediana Penteado, Gerente-Executiva Médica

Ana Paula Gomes de Melo, Gerente-Executiva de Farmácia e Logística

O fato de ser um sistema robusto traz inúmeros ganhos, entre eles não serem necessárias tantas integrações. Para nós, foi muito importante a integração com as diversas áreas e a otimização de tempo. Dificilmente eu deixo de chegar em uma informação que eu necessito.”.

 

Ana Paula Gomes de Melo, Gerente-Executiva de Farmácia e Logística

Vanessa Faustino Eugênio, Gerente de Enfermagem da Unidade Penha da BP

O Tasy EMR checa todos os passos de forma eletrônica. Antes, tudo era documentado em papel. E se sumisse o papel, o que se fazia? Agora, fica tudo documentado digitalmente”.

 

Vanessa Faustino Eugênio, Gerente de Enfermagem da Unidade Penha da BP

Suporte à decisão clínica

Dados estruturados que auxiliam na tomada de decsião

“Diminuição de 10% de mortalidade por sepse”.

Após o início da utilização do protocolo gerenciado de sepse do Tasy EMR, em 2018, além de facilitar a gestão do processo, houve redução de 10% na mortalidade por sepse na instituição. O cumprimento do tempo para administração de antibiótico, por exemplo, que deve ser de até 60 minutos, passou de uma média de 79,95% (2017) para 94,72% (2018). O processo com deflagradores no Tasy EMR também melhorou o tempo de detecção da sepse, que passou de 56 minutos em 2017 para 1 minuto em maio de 2018 e praticamente zero em dezembro de 2018. Isso é extremamente relevante para o desfecho assistencial, pois o profissional já pode tomar uma decisão assim que o sistema emite o alerta de possível sepse.
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