Grandes benefícios

para provedores de saúde

“Os serviços remotos, feitos por meio da análise de big data, que permite tratar questões relacionadas a equipamentos antes que elas afetem o fluxo de trabalho ou a disponibilidade, podem, finalmente, eliminar completamente os tempos de inatividade não planejados”.

 

- Francis Willems, gerente sênior de comunicações de marketing do atendimento ao cliente da Philips.

Informações específicas para obter respostas mais rápidas

 

Atualmente, a área de Customer Services da Philips procura explorar os benefícios do big data em uma escala muito mais ampla. Trabalhando sob o foco e com a missão que chamamos de “aiming for zero”, Customer Services está se esforçando para reduzir substancialmente e, por fim, eliminar o tempo de inatividade não planejado dos equipamentos médicos.

Continuidade garantida de cuidados

 

Essa ideia de serviços remotos foi tecnicamente possível por algum tempo. No entanto, o mercado não aderiu totalmente o conceito porque o escopo era, de certa forma, limitado. A oferta foi prejudicada por uma escassez de dados acionáveis. É um desafio familiar. Quando queremos tirar conclusões precisas, precisamos do máximo possível de informações de alta qualidade para embasar essas conclusões.

 

Esse é um dos pontos fortes de nossa abordagem. Em 2015, criamos uma infraestrutura de análise que integra a entrada de 24 fontes diferentes em um banco de dados consolidado. Parte da nossa base instalada de equipamentos já contribui com isso. Coletamos dados de aproximadamente 16.000 sistemas iXR, RM e TC, alguns dos quais com oito anos de idade. É uma quantidade espantosa de informações - 150 bilhões de linhas de dados e em constante crescimento.

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Imagine ter seus problemas técnicos diagnosticados e resolvidos no menor tempo possível, com toda a experiência da equipe de engenheiros Philips.

Da manutenção reativa à proativa

 

Isso realmente marca uma mudança fundamental. Atualmente, a manutenção de equipamentos geralmente é feita quando algo dá errado. A pergunta é: “O que aconteceu?”. Podemos ir além e, em vez disso, perguntar “por que aconteceu?”. Na verdade, por meio de constante monitoramento e geração de alertas, perguntamos continuamente “o que está acontecendo agora?”.

 

É isso que analisamos atualmente. Por exemplo, a solução de alerta eletrônico de ressonância magnética na Alemanha. Baseando-se nisso para reduzir ainda mais o tempo de inatividade do equipamento - guiado por dados históricos e relatórios - perguntamos “o que pode acontecer?”. E, finalmente, por meio de algoritmos que podem analisar, simular e permitir que se tomem decisões bem-informadas, podemos resolver o desafio final: “como fazer para que não aconteça?”.