Certisign
set 30, 2020

Tecnologia a favor da vida

Este artigo é de autoria da empresa Certisign, compartilhado aqui como uma contribuição por fazer parte de um programa de patrocínio vinculado ao evento Connect Day 2020.

A área da saúde, na qual a eficácia de todos os procedimentos é decisiva para proporcionar um bom atendimento, qualidade de vida aos assistidos e otimizar recursos – inclusive no sistema público –, passou a contar com uma plataforma crescentemente adotada por hospitais e clínicas. Trata-se do Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) que, quando integrado à Certificação Digital, torna-se um dos mais relevantes avanços verificados nos últimos anos na gestão das instituições e, sobretudo, no controle de procedimentos médicos, prescrição e monitoramento de medicamentos, exames e demais trâmites clínicos.

 

Mas o que o Certificado Digital representa em um sistema de gestão de informações sobre um paciente? Ele significa autenticidade, segurança, não repúdio e sustentabilidade. É ele quem viabiliza a assinatura de todos os documentos, sem caneta e sem papel, mas com valor jurídico, assim como ocorre quando as vias são assinadas manuscritamente e chanceladas com o carimbo médico.

 

Por que autenticidade? O Certificado é a identidade digital de pessoas físicas e jurídicas no meio eletrônico. Ele identifica inequivocamente e tudo o que é realizado por meio dele não pode ser repudiado. Ou seja: no contexto do PEP, ele associa a atividade a quem realizou, garantindo a autenticidade.

 

Sobre a segurança, processos realizados no meio eletrônico, do início ao fim, são facilmente passiveis de auditoria e criam um histórico, o que é bom para o hospital e aos profissionais participantes em um procedimento – uma vez que há o registro de todos os envolvidos e suas respectivas assinaturas digitais. Outro ponto importante relacionado ao uso do Certificado ao PEP e a segurança, é a questão do erro de interpretação. Com as informações inseridas de modo eletrônico – e, portanto, digitadas – minimiza-se as chances de erros por conta do entendimento da grafia, por exemplo.

 

E a sustentabilidade? Se os processos são realizados totalmente no meio eletrônico, elimina-se o uso do papel.

 

Telemedicina

 

Por conta da pandemia do novo coronavírus, o Certificado Digital passou a integrar ainda mais a rotina dos médicos. Isso porque esta é a única tecnologia capaz de garantir total validade jurídica às receitas e atestados emitidos em consultas feitas por Telemedicina, legalizada em função do distanciamento social. Porém, diante da necessidade, descobriu-se que os benefícios que o Certificado garante – que são os mesmos conferidos ao PEP com Certificação – podem ser (e já são) igualmente aproveitados em consultas presenciais. Isso porque além da economia de papel, coíbe-se a emissão indevida desses documentos e os possíveis erros de interpretação de grafia por parte do paciente ou do farmacêutico.

 

Ao longo da história, pudemos ver o quanto as ciências da saúde evoluíram e, com isso, tudo aquilo que permite a sua execução acompanhou este ritmo. A Certificação Digital, obviamente, não acompanhou este movimento desde os primórdios, pois trata-se de uma tecnologia com menos de 20 anos de existência.  Porém, ela teve a sua própria evolução e, hoje em dia, é a ferramenta de identificação digital mais segura e eficiente que temos disponível. Então se medicina e tecnologia são intrínsecas, pode-se dizer que a Certificação Digital é cada vez mais indispensável para cuidar da saúde da população e salvar vidas.

Autor

Leonardo Gonçalves, Diretor de Comercial da Certisign, empresa especialista em soluções digitais.
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