Visão 360 graus

dos processos no

Hospital Santa Paula

Controle absoluto do fluxo do cuidado garante a boa gestão financeira do hospital e a possibilidade de mais investimento em tecnologia e inovação

São Paulo - SP

 

Uma das grandes preocupações que norteiam os hospitais, atualmente, é como oferecer um serviço de qualidade e segurança. É impossível separar qualidade dos custos inerentes à falta dela: se há desperdício de medicamentos, há custos; se há retrabalho, há custos; se os processsos não são eficientes e rápidos, a própria marca fica comprometida. Além disso, a maioria dos gestores considera a redução dos custos e o aumento de produtividade fatores imprescindíveis para o crescimento da instituição. Mas como otimizar hospitais com toda a sua complexidade e necessidade de assertividade em instituições que se mantêm com alta qualidade no cuidado ao paciente, equilíbrio financeiro e possibilidade de novos investimentos? Foi exatamente esta a pergunta que o Hospital Santa Paula respondeu quando decidiu sair de um sistema de gestão informatizado parcial, que controlava informações por processos eletrônicos por meio de planilhas e “minissistemas”, para um sistema totalmente integrado. De acordo com Alexandre Dias Freitas de Jesus, gerente de TI, “devido ao sistema não ser 100% integrado, existiam processos repetitivos, muitos lançamentos manuais sem checagem, e isso gerava inconsistência das informações”, ou seja, sem uma formatação unificada, a geração dos indicadores não possuía o cruzamento de dados refinado para validação. Ele explica que no Hospital Santa Paula a gestão sempre foi rígida, mas baseada em números macros. Na avaliação de Alexandre, as mudanças foram inúmeras e continuam acontecendo. Após o investimento em um sistema digital, o hospital consegue ter números e controles que antes eram impossíveis, pois não havia uma visão unificada: faturamento on-line, gestão de vagas, controle de agendas, controle de fluxo dos pacientes, gestão das prescrições, interações das prescrições, gestão de estoque, acompanhamento on-line dos exames, entre tantos outros controles.

 

Visão 360° dos processos e melhor gestão financeira

 

Analisando de uma forma mais aprofundada, os profissionais exercem suas atividades em uma única plataforma, obtendo uma visão de 360 graus de todos os processos, trazendo assertividade no gerenciamento de todas as rotinas. Para Paula Gallo, Gerente Financeira e Marketing, “diante do cenário econômico atual, ter uma gestão e previsão financeira bem elaborada é fundamental e o Tasy nos disponibiliza ferramentas e dados para que possamos fazer estudos sobre vários cenários futuros. Hoje temos todo o nosso “contas a pagar e receber” no Tasy, além de controle de saldos e fluxo de caixa, que nos garantem uma boa gestão total financeira do hospital”. Desde a entrada do paciente até a emissão da conta hospitalar, o faturamento é 100% efetuado pelo Tasy. Paula destaca que os processos de faturamento ocorrem no caminhar do atendimento assistencial, todos os registros efetuados no PEP – Prontuário Eletrônico do Paciente geram dados que são tratados e consolidados no módulo do faturamento, sem sequer haver necessidade de digitação, mas, sim, uma análise pormenorizada dos processos administrativos.

Até mesmo as negociações mais complexas vinculadas ao processamento e à integração de regras de repasse são feitas no sistema. Com os cadastros bem alinhados, o nível de erro é quase nulo, sendo possível trabalhar com uma equipe compacta.

 

Prontuário e prescrição – eletrônicos

 

No ditado popular “é a caneta do médico que administra o hospital”, há muitas verdades intrínsecas. Afinal, é ele quem interna o paciente, quem prescreve exames ou procedimentos, quem passa diariamente para evoluir o estado do paciente, quem define quando o paciente está de alta. Por isso, quanto mais fácil e estruturado o processo para o médico, melhor será o atendimento ao paciente. E a caneta? Bem, essa fica sob os cuidados do sistema de gestão, que integra todas as informações durante o fluxo do atendimento, fazendo com que a instituição tenha controle absoluto. Claro que diversos outros fatores fazem parte do dia a dia de um hospital, mas, sem dúvidas, o paciente é o maior benefeciado com a implantação de um sistema digital. Imagine a riqueza de informações existentes no prontuário eletrônico, onde o paciente tem a sua história clínica registrada. Estes benefícios impactam diretamente na qualidade e na segurança do paciente. De acordo com o Diretor Técnico Dr. João Geraldo Simões Houly, a prescrição médica eletrônica é extremamente rica em detalhes de informações, incluindo a contribuição online de dados e estatísticas, que antes não eram possíveis. O trabalho junto à equipe de farmácia, que hoje efetua a validação em 100% das prescrições, trouxe um rico auxilio à equipe médica na tomada de decisão clínica.

 

No topo da certificação

 

Uma das grandes preocupações das instituições de saúde está relacionada à qualidade. O Hospital Santa Paula, acreditado na ONA Nível 3 e JCI (Joint Commission International) destaca que, em todas as certificações, fica clara e evidente a importância do registro de todos os processos assistenciais. Por meio da tecnologia, é possível efetuar cruzamentos e validações, algo que, aos olhos humanos, seria extremamente complexo realizar e, talvez, com um grau de precisão inferior ao eletrônico. Outro exemplo citado pelo gerente de TI, Alexandre Dias Freitas de Jesus, foi a obtenção do HIMSS estágio 6, em 2015. A HIMSS coleta e analisa dados de saúde relacionados com os processos de TI para ambientes, produtos, custos e composição do departamento de Sistemas da iInformação, métricas de gerenciamento, as tendências de saúde e as decisões relacionadas com as compras.

 

A obtenção do HIMSS 6 foi um processo de consolidação da busca incessante pela qualidade e segurança dos pacientes. Certificar uma instituição que trabalha, diuturnamente, em busca de melhorias assistenciais torna a jornada menos abrasiva. “Os investimentos em TI do Hospital Santa Paula sempre foram e continuam sendo voltados para a busca do Hospital Digital, assim sendo, não tivemos nenhum investimento específico para o projeto da HIMSS. Tivemos, sim, alinhamento de atividades com esse foco, pois sempre investimos e trabalhamos para o uso cada vez maior de processos eletrônicos, o que deve ser constante e contínuo, pois, somente assim seremos e nos manteremos um Hospital Digital. Projeto específico e único não tem perpetuidade. Ser “digital” não é um momento, é o sempre”, finaliza Alexandre Dias Freitas de Jesus.

 

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