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mar 02, 2020

Philips divulga resultados de pesquisa realizada sobre o sono em todo o mundo e revela que, no Brasil, apenas 60% das pessoas estãoá insatisfeitas com seu sono.

   

  • Pesquisa global revela que apenas 10% dos entrevistados acompanham ou monitoram seu sono
  • 36% das pessoas afirmam que dormiram dormem separadamente separados de seu parceiro de cama na tentativa de melhorar o sono para tentar melhorar a qualidade do sono
  • 74% admitem usar celulares na cama

São Paulo, Brasil – A Royal Philips (NYSE: PHG, AEX: A PHIA), líder global em tecnologia de saúde, divulga os resultados de sua 5ª pesquisa anual sobre o sono no relatório "Wake Up Call: Global Sleep Satisfaction Trends”. Mais de 13 mil pessoas foram entrevistadas com o objetivo de coletar informações e entender os comportamentos, percepções e atitudes relacionadas ao sono. Os resultados deste ano mostram que a satisfação dos entrevistados em relação à qualidade do sono permanece baixa. Além disso, preocupação e estresse, problemas no relacionamento e uso de celular são os principais inibidores do sono. 

 

A pesquisa revela que apesar dos adultos brasileiros considerarem o sono relativamente mais importante para a saúde geral que dieta ou exercício, eles estão entre os mais propensos a sofrer de condições que afetam o sono (73%) em comparação com 65% no mundo. Além disso, 38% dos adultos brasileiros já experimentam insônia.

 

Dados globais apontam que apenas 49% das pessoas estão satisfeitas [1] com seu sono, e para 33% destas pessoas, a preocupação e o estresse é relatado como o fator mais limitante para uma boa noite de sono. Já no Brasil, 60% das pessoas estão insatisfeitas com o sono e 40% delas não dormem bem em decorrência de estresse e preocupação. Curiosamente, em 2019, o número de pessoas que está tomando medidas para melhorar o sono é menor em relação as entrevistadas em 2018. Por exemplo, ler antes de dormir foi a estratégia mais utilizada entre os entrevistados para melhorar o sono em 2018 (39%), contra 28%, em 2019. Em compensação, no Brasil, quase metade dos adultos brasileiros (47%) assiste televisão com o objetivo de melhorar o sono, enquanto apenas 14% dos adultos japoneses colocam esta estratégia em prática. 

 

"A diminuição na tomada de medidas pelas pessoas para melhorar o sono é alarmante, especialmente quando as pessoas em todo o mundo valorizam o descanso durante a noite. O déficit do sono impacta as pessoas mental e fisicamente, e por isso precisamos educar a população sobre os recursos disponíveis para dormir e capacitá-la com a confiança de que seus esforços vão valer a pena", disse Mark Aloia, PhD, Líder global para mudança de hábitos, sono e cuidados respiratórios na Philips. "À medida que avançamos para a próxima década, a Philips foca em projetar um futuro onde a tecnologia potencializada em todo o ecossistema do sono possa ajudar as pessoas a aproveitarem ao máximo suas vidas."

 

Fatores que colocam a qualidade do sono em risco decorrem tanto de distrações sociais quanto tecnológicas. Quando se trata de relacionamentos, 36% das pessoas  concordam [1] que, às vezes, dormem separados (as) do seu parceiro (a) para melhorar seu sono e 30% concordam [1] que sua dificuldade de dormir ou a de seu cônjuge está afetando o relacionamento. Apesar das recomendações dos especialistas, quase 4 em cada 10 relatam usar seus telefones antes de dormir (39%) ou assim que acordam (39%). No Brasil este índice é de 49% e 55%, respectivamente.

 

Embora fatores externos possam ser alterados para melhorar o sono, algumas condições do sono estão fora do controle de uma pessoa. Este ano, os entrevistados indicaram uma redução nas taxas de insônia, ronco, transtorno de turno de trabalho e dor crônica, mas a apneia do sono permanece constante afetando 10% das pessoas em 2018 e 9% em 2019. Dos que relataram ter apneia do sono, 51% disseram que o distúrbio  está afetando seus relacionamentos.

 

No entanto, 48% das pessoas que sofrem desse problema disseram sentir que dormir bem estava fora de seu controle – embora exista uma variedade de soluções para tratar este problema. No Brasil, apenas 6% dos brasileiros com apneia usam, atualmente, algum tipo de terapia como DreamStation Go (CPAP), DreamStation BiPAP, entre outras opções, para melhorar o sono. 

 

As pessoas sabem que precisam de ajuda, pois 60% delas [1] estão interessadas em novas informações ou estratégias para ajudá-las a dormir melhor. Os dados deste ano mostram que 15% tentaram ou atualmente usam óleo de maconha ou Canabinoide (CBD) para melhorar o sono. 

 

Com 35 anos de profunda experiência clínica em tecnologia do sono, o crescente portfólio de soluções da Philips busca abordar 80% dos problemas de sono mais comuns [2]. Para saber mais sobre esta pesquisa global e o compromisso da Philips em melhorar o acesso à tecnologia do sono em todo o mundo, acesse Philips.com/WorldSleepDay

 

[1] indica concordância efetiva "relativa" ou "completa" com a declaração

[2] Ronco, Sono curto, Insônia e Apneia obstrutiva do sono

Sobre a Pesquisa

Esta pesquisa foi realizada online pelo Grupo KJT, Inc. em nome da Philips de 12 de novembro a 5 de dezembro de 2019 entre 13.004 adultos com 18 anos ou mais em 13 países (Austrália: n=1.000; Brasil: n=1.000; China: n=1.001; França: n=1.000; Alemanha: n=1.000; Índia: n=1.000; Itália: n=1.000; Japão: n=1.001; Holanda: n=1.001; Cingapura: n=1.000; Coreia do Sul: n=1.000; Reino Unido: n=1.000; e EUA: n=1.001). A pesquisa foi realizada na web e autoadministrada no(s) idioma(s) primário(s) de cada país. Estas foram amostras não probabilísticas e, portanto, uma margem de erro não pôde ser estimada com precisão. 

Sobre a Royal Philips

Royal Philips é uma empresa líder em tecnologia da saúde, focada em melhorar a qualidade de vida das pessoas e em permitir melhores resultados por meio do ciclo completo da saúde, que envolve desde vida saudável e prevenção, até diagnóstico, tratamento e cuidados domiciliares. A Philips se utiliza de tecnologia avançada e de profundos conhecimentos clínicos, assim como das perspectivas dos consumidores, para oferecer soluções integradas. A empresa, com sede na Holanda, é líder em diagnóstico por imagem, terapia guiada por imagem, monitoração de pacientes, informática voltada à saúde, saúde do consumidor e cuidados domésticos. Em 2018, o segmento de tecnologia de saúde da Philips alcançou 18,1 bilhões de euros em vendas e emprega cerca de 77 mil colaboradores de vendas e serviços em mais de 100 países. Para obter mais informações sobre a Philips, acesse: www.philips.com/newscenter

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