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Pesquisa global realizada pela Philips revela que 36% dos adultos brasileiros têm insônia

12 de março de 2019

Pesquisa, que mostra dados relevantes do sono dos brasileiros, também revela que quarenta e quatro por cento dos adultos no mundo todo admitem que seu sono piorou nos últimos cinco anos

 

São Paulo, Brasil – A Royal Philips (NYSE: PHG, AEX: PHIA), líder global em tecnologia de saúde, anunciou hoje os resultados de sua pesquisa global sobre o sono no relatório "A busca global pela saúde do sono melhor”. A pesquisa, realizada anualmente em reconhecimento ao Dia Mundial do Sono (15 de março), entrevistou adultos em 12 países[1] para capturar as atitudes, percepções e comportamentos em torno do sono. Os resultados mostraram que enquanto a consciência do impacto do sono na saúde em geral está em ascensão, para muitas pessoas em todo o mundo, conquistar um sono de qualidade ainda é um objetivo longínquo.

 

Os resultados do Brasil mostram que 69% dos adultos acreditam que o sono tem um imacto importante na saúde e no bem estar. Apesar desta percepção, 36% dos brasileiros têm insônia recorrentemente e 52% dos entrevistados reportam que dormem mais tempo durante os fins de semana para colocar o “sono em dia”.  Distrações com entretenimento também foram citadas pelos entrevistados no país: 35% deles reportaram que televisão, filmes e redes sociais afetam o seu sono.

 

Resultados mundiais

Apesar de 77% dos adultos pesquisados nos 12 países que participaram da pesquisa reconhecerem que o sono tem um impacto na saúde, 62% admitiram que dormem apenas um pouco bem e 44% afirmaram que seu sono piorou nos últimos cinco anos. De acordo com o Centers for Disease Control and Prevention, e a má saúde do sono tem alta correlação com depressão, obesidade, diabetes, doenças cardíacas, AVC, doença neurocognitiva e, até mesmo, câncer [2].

 

Os resultados também mostraram que a maioria dos entrevistados prefere consultar a Internet do que um médico quando se trata de problemas relacionados ao sono. 8 em cada 10 adultos no mundo querem melhorar a qualidade do seu sono, mas a maioria (60%) não procurou ajuda de um profissional médico. Quando enfrentam problemas de sono, os entrevistados também disseram que são mais passíveis de recorrerem a fontes de informação on-line. Ainda mais preocupante, 65% daqueles que relataram ter apneia do sono também nunca fizeram ou não estão fazendo mais terapia para tratar a doença.

 

"Esses dados sugerem que as pessoas estão acordando para a realidade de que o sono é fundamental, mas, para a maioria delas, alcançar o sono de qualidade ainda é algo fora do alcance," disse Mark Aloia, PhD, líder global do departamento de mudança de comportamento, sono e cuidados respiratórios na Philips. "Se quisermos levar o sono a sério e abordar os aspectos sociais e emocionais relacionados à má qualidade dele, temos de começar a demonstrar que podemos abordar esses problemas de maneira fácil e significativa, apoiada pela ciência clínica sólida. Parte do que estamos desenvolvendo na Philips está aprimorando a nossa oferta de soluções clinicamente validadas, como forma de abordar 80% dos problemas de sono em todo o mundo em um futuro próximo. A nossa meta é que as pessoas que enfrentam inúmeros problemas relacionados a essa área por tanto tempo terão opções disponíveis para dormir e viver melhor”.

 

A pesquisa também descobriu que 76% dos adultos no mundo todo vivenciou pelo menos uma condição que afeta o sono, como  insônia (37%) e ronco (29%) sendo os mais comuns, um aumento em relação à pesquisa de 2018, que mostrou que 26% relataram insônia e 21% relataram ronco.

 

[1] Pesquisa realizada on-line pelo KJT Group em nome da Philips, de 9 de janeiro a 28 de janeiro de 2019, com 11.006 adultos maiores de 18 anos em 12 países (Austrália: n=750; Brasil: n=1.001; Canadá: n=750: China, n=1.001: França: n=1.000; Alemanha: n=1.003; Índia: n=1.000; Japão: n=1.000; Holanda: n=750; Cingapura: 750; Coreia do Sul: n=1.000 e EUA.: n=1.000). A pesquisa foi realizada na web e autoadministrada no(s) idioma(s) primário(s) de cada país. Estas foram amostras não probabilísticas e, portanto, uma margem de erro não pôde ser estimada com precisão.

 

Para ver outros resultados da pesquisa global deste ano ou do ano passado, acesse: Philips.com/WorldSleepDay.

 

A Philips está profundamente enraizada no seu compromisso de desenvolver soluções clinicamente comprovadas que ajudam as pessoas a assumirem o controle de sua saúde do sono. A Philips tem como objetivo fornecer soluções que atendam ao crescimento e evolução das necessidades dos consumidores e profissionais de saúde, mais recentemente, com sua expansão do  conjunto de soluções SmartSleep  e de sua  incrível marca de mais de 10 milhões de máscaras e almofadas DreamWear vendidas em todo o mundo.  Para obter mais informações sobre as soluções avançadas da Philips para sono e cuidados respiratórios, siga  @PhilipsSleepWellness,   @ PhilipsResp 

 

[1] https://www.cdc.gov/sleep/about_us.html

[2] https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK19961/

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Sobre a Royal Philips

A Royal Philips (NYSE: PHG, AEX: PHIA) é uma empresa líder em tecnologia da saúde, focada em melhorar a qualidade de vida das pessoas e em permitir melhores resultados por meio do ciclo completo da saúde, que envolve desde vida saudável e prevenção, até diagnóstico, tratamento e cuidados domiciliares. A Philips se utiliza de tecnologia avançada e de profundos conhecimentos clínicos, assim como das perspectivas dos consumidores, para oferecer soluções integradas. A empresa, com sede na Holanda, é líder em diagnóstico por imagem, terapia guiada por imagem, monitoração de pacientes, informática voltada à saúde, saúde do consumidor e cuidados domésticos. Em 2018, o segmento de tecnologia de saúde da Philips alcançou 18,1 bilhões de euros em vendas e emprega cerca de 77 mil colaboradores de vendas e serviços em mais de 100 países. Para obter mais informações sobre a Philips, acesse: www.philips.com/newscenter