Documentação: O custo do medo e da ansiedade na radiologia
Os departamentos de radiologia estão atendendo mais pacientes com medo e ansiedade, o que pode atrapalhar o processo de diagnóstico por imagem. A equipe médica também pode sentir mais ansiedade e, sem saber, passar esses sentimentos para os pacientes. Por isso, é mais importante do que nunca oferecer uma melhor experiência ao paciente para melhorar a obtenção de imagens corretas na primeira tentativa e reduzir os custos operacionais.
Médico tranquiliza o paciente
Quando entrevistados sobre sua experiência recente[1] de diagnóstico por imagem, os pacientes relataram ter sentido tanto sentimentos positivos quanto negativos durante todo o procedimento. Enquanto a maioria expressou ter sido bem cuidados, respeitados e informados, muitos também citaram sentimentos de nervosismo, incerteza e impotência.
O estresse pode ter um impacto fisiológico nos resultados de alguns exames dos pacientes, o que pode levar a complicações ou discrepâncias no diagnóstico e, consequentemente, no tratamento.
Ao tentar reduzir as reações de medo, uma abordagem importante é remover os estímulos ameaçadores do ambiente. No caso da ansiedade, é diferente. Em uma situação de ansiedade, pode ser útil introduzir certos estímulos para orientar o pensamento ou o processo cognitivo.
Em um estudo avaliando 172 pacientes submetidos a exames diagnósticos, 69% apresentaram altos níveis de ansiedade, o que pode levar à hiperatividade do sistema nervoso autônomo e produzir sintomas que podem influenciar diretamente os resultados dos exames [2].
O estresse do paciente tem impacto direto no fluxo de trabalho, no custo e no resultado financeiro de radiologia na instituição. Os pacientes que estão sob estresse podem achar mais difícil compreender ou seguir as instruções dadas, de modo que a equipe pode precisar gastar muito mais tempo nas orientações durante um exame. Por fim, os pacientes podem ficar inquietos e fazer movimentos indesejados, ou simplesmente não comparecer, o que compromete todo o planejamento de agenda.
Como profissionais de saúde, temos a obrigação de olhar para o paciente como um todo, e não apenas para as imagens. Precisamos considerar a experiência completa. Acredito que todo paciente merece uma experiência positiva.
A Philips combinou uma abordagem baseada em pesquisa e design centrado nas pessoas para desenvolver distrações positivas e um ambiente tranquilo para o paciente, além de um melhor ambiente de trabalho para a equipe.
Ao ajudar as instituições a descobrir novas oportunidades para melhorar a experiência do paciente, da família e da equipe, a ansiedade relacionada ao cuidado pode ser reduzida desde a origem.
Há evidências crescentes de que focar na experiência dos pacientes, no ambiente de trabalho e nas necessidades da equipe pode trazer impactos positivos em todas as áreas, melhorando os resultados clínicos, operacionais e financeiros.
Boris de Ruyter ingressou na Philips Research em 1995, trabalhando primeiro como Cientista Sênior e, desde 2006, como Cientista Principal. Sua pesquisa concentra-se no impacto psicológico das aplicações tecnológicas nas pessoas.
Iris Timmers possui mestrado em engenharia de design industrial e 20 anos de experiência na indústria médica. Em seu trabalho, ela faz conexões entre a experiência do paciente, psicologia, design ambiental e tecnologia para inventar e criar ambientes multissensoriais.
Melhorando a experiência de ressonância nuclear magnética para pacientes e equipe
Conheça os benefícios do Philips Ambient Experience em ressonância magnética: um design com base em evidências e centrado no paciente, transformando o ambiente de atendimento.