Pode ser difícil e desanimador localizar o apêndice usando ultrassom. Neste webinar, o sonografista pediátrico Harry Matlack compartilha dicas e técnicas sobre como localizar o apêndice e oferece maneiras de realizar a varredura para que o radiologista se sinta confiante ao fazer o diagnóstico. Ele fala sobre a importância de fazer um plano antes de realizar um exame, como identifica partes da anatomia usando diferentes técnicas de varredura e os sinais de apendicite que ele procura.
Neste webinar, Matlack revisa o que o apêndice faz e onde você deve procurá-lo, incluindo a anatomia que você pode esperar encontrar na área que pode ser confusa. Ele descreve a aparência de um apêndice normal e de um apêndice anormal, o que pode ajudar a determinar se o paciente apresenta apendicite de início precoce ou se há outro problema, como um apêndice perfurado.
Se você está tendo dificuldade para visualizar o apêndice devido à presença de bile e gás que prejudicam a imagem, existem manobras e posições que aumentam suas chances de encontrá-lo, além de diferentes técnicas de ultrassonografia que podem ajudar a localizá-lo, incluindo compressão graduada e compressão posterior. Ele mostra imagens que diferenciam, por exemplo, o intestino no quadrante inferior direito (QID) do apêndice. Ele também revisa sinais secundários de apendicite e mostra exemplos dos tipos de imagens necessárias para que o radiologista possa fazer um diagnóstico.
Segundo Matlack, muitos sonografistas têm dificuldade em saber se procuraram o apêndice por tempo suficiente. Ele orienta sobre a troca para uma sonda curva e recomenda capturar oito imagens-chave para mostrar ao radiologista. No total, ele diz que deve levar de 10 a 20 minutos para obter as imagens necessárias e ter uma ideia se há um processo inflamatório, mesmo que você não consiga encontrar o apêndice em si.