Segundo o Dr. Andrew Evans, "ao implementar algo novo como a patologia digital, acho que vale a pena dar um passo atrás e perceber que, por mais de 100 anos, a prática da patologia envolve um paradigma com lâminas de vidro e um microscópio óptico. Portanto, transformar as lâminas de vidro em réplicas digitais para análise por meio de um software em um monitor de alta resolução, apesar de vantajoso, é mais difícil do que parece."
A patologia abrange uma ampla variedade de doenças e condições de saúde, além de permitir a subespecialização e o desenvolvimento de interesses em áreas específicas, como a oncologia, uma das principais vantagens dessa especialidade. O Dr. Evans compartilha que "ao implementar algo novo como a patologia digital, acho que vale a pena dar um passo atrás e perceber que, por mais de 100 anos, a prática da patologia envolveu um paradigma com lâminas de vidro e um microscópio óptico. Portanto, transformar as lâminas de vidro em réplicas digitais para análise por meio de um software em um monitor de alta resolução, apesar de vantajoso, é mais difícil do que parece."
O Dr. Evans considera que o principal desafio para os laboratórios que estão fazendo essa transição é no âmbito financeiro, seguido pela implementação e pelas mudanças que isso acarreta.
Ele observa que a McKenzie Health tem trabalhado em colaboração com a Philips como parte de sua parceria estratégica e que a empresa está sendo "muito prestativa ao ser tão receptiva quando surgem os problemas." Mesmo que surja algo de natureza crítica, sabemos que temos um representante no local que pode agilizar as coisas muito rapidamente", ele explica.
O Dr. Evans conclui que a patologia digital com inteligência artificial gera o receio de que os patologistas percam espaço para grupos maiores. No entanto, ele acredita que "o papel do humano como o último acompanhante de todo o processo provavelmente mudará, mas não vai desaparecer."