O tempo de inatividade pode interromper gravemente o elemento essencial para o funcionamento de qualquer hospital: os dados. O tempo de inatividade do servidor significa que os médicos precisam alterar seus processos de documentação e tomada de decisões clínicas. Isso torna a gestão de dados e a comunicação interna ineficientes, além de aumentar o risco de atrasos ou erros. Os dados de dispositivos médicos fornecem insights valiosos sobre a condição do paciente, podendo indicar a necessidade de intervenção. Saiba como a Philips Capsule Medical Device Integration Platform (MDIP) fornece dados confiáveis de dispositivos médicos em transmissão ao vivo, mesmo quando os servidores estão fora do ar.
Em um estudo sobre incidentes de segurança do paciente ocorridos durante uma interrupção do sistema de EHR, a maioria dos eventos foi associada a ordens e resultados laboratoriais, seguidos pela prescrição e administração de medicamentos. A prescrição de exames laboratoriais e de medicamentos pode depender fortemente dos dados fornecidos pelos dispositivos de monitorização de pacientes à beira do leito. Se os sistemas de tecnologia da informação em saúde estiverem fora do ar, os médicos não terão acesso a informações completas de dispositivos médicos para prescrever exames, medicamentos ou realizar uma intervenção.
O tempo de inatividade pode causar uma interrupção significativa no único item que todos os hospitais utilizam: os dados. As informações necessárias para tomar decisões clínicas seguras e eficazes precisam ser oportunas e confiáveis. De forma agendada ou imprevista, o tempo de inatividade do servidor significa que os médicos precisam alterar seus processos de documentação e de tomada de decisões clínicas. Isso, por sua vez, torna o gerenciamento de dados e a comunicação em equipe ineficientes e pode aumentar o risco de atrasos ou erros. Os dados provenientes de dispositivos médicos fornecem insights valiosos sobre o estado do paciente, podendo possibilitar uma notificação mais precoce da necessidade de intervenção.
Com a valorização crescente dos dados, eles passam a ser uma fonte de insights para outros sistemas importantes. Isso inclui a pesquisa, a gestão de alarmes e o suporte à decisão clínica. Dada a demanda constante por dados clínicos, deve-se evitar ao máximo paralisações programadas que obriguem os médicos a recorrer a outros processos. Ambientes de servidores em cluster e de alta disponibilidade funcionam como um mecanismo de segurança para os dados críticos coletados no ponto de atendimento. É por isso que muitos hospitais estão adicionando essas configurações de servidores às suas implantações de integração de dispositivos médicos, permitindo um acesso ininterrupto aos dados, que inclui formas de onda e alertas.
Mesmo em um período de inatividade não planejado, um ambiente altamente disponível pode ajudar a mitigar o impacto. Se um servidor for invadido ou exigir uma manutenção inesperada, ele pode ser isolado e removido do ambiente de produção rapidamente. As conexões dos dispositivos se reconectariam a outros servidores do cluster, garantindo que haja uma interrupção mínima no fluxo de dados.
Quando uma organização incorpora a alta disponibilidade com servidores em cluster à sua estratégia de implantação, isso cria uma resiliência sistêmica que torna o acesso aos dados mais confiável e libera o potencial da integração de dispositivos médicos. Esse respaldo auxilia as instituições de saúde em seu esforço geral para melhorar os resultados para os pacientes, criando fluxos de trabalho clinicamente otimizados e operações resilientes.
As funcionalidades de configuração compartilhada e alta disponibilidade da Medical Device Information Platform Philips Capsule (MDIP) oferecem resiliência e buscam assegurar um alto nível de desempenho operacional, incluindo disponibilidade. O objetivo da alta disponibilidade é reduzir ao máximo o tempo de inatividade da plataforma Philips Capsule (servidores, hubs de computação, etc.) e evitar interrupções no fluxo de dados. Quando um servidor fica indisponível, os hubs de computação clínica da Philips Capsule e os dispositivos médicos conectados anteriormente atribuídos a ele podem se reconectar a outro servidor do cluster, retomando suas funções normais. Isso ajuda a Philips Capsule MDIP a fornecer uma entrega confiável e pontual de dados transmitidos em tempo real de dispositivos médicos para decisões proativas e informadas.
Para apoiar a expansão da integração de dispositivos médicos, a Philips Capsule possui uma biblioteca de mil aparelhos compatíveis que podem ser integrados ao EHR e a outros sistemas downstream (como aplicativos de vigilância clínica) por meio de seus hubs de computação clínica agnósticos a fornecedores. Muitas das integrações de dispositivos solicitadas por hospitais e sistemas de saúde já são compatíveis com mais de uma dúzia de tipos de equipamentos, incluindo aparelhos de diálise, anestesia, bombas de balão intra-aórtico, gateways de leito e incubadoras, entre outros.
A conectividade de dispositivos com o EHR e outros sistemas downstream está apenas começando. A Philips Capsule auxilia hospitais e redes de saúde a atingirem suas metas clínicas e financeiras por meio do monitoramento clínico contínuo, independentemente de onde os pacientes estejam.
Um "novo normal" ganha forma à medida que o setor de saúde vivencia um período sem precedentes, que transformará profundamente as operações daqui para frente. Ao mesmo tempo, as instituições de saúde devem continuar apresentando resultados e entregando valor para alcançar o Quadruple Aim. A Philips continua focada em impulsionar a transformação digital com inovações que realmente abordam os desafios enfrentados pelos profissionais de saúde, tanto durante a COVID-19 quanto no futuro.
Integração de dispositivos médicos e interoperabilidade
Consolide os dados do paciente para apoiar fluxos de trabalho clínicos e operacionais com a Philips Capsule Medical Device Integration and Information Platform