Em meio à consolidação contínua dos sistemas de saúde, à rápida transformação tecnológica e às ameaças constantes à privacidade e à segurança dos dados, os sistemas de saúde precisam de uma nova abordagem em nível corporativo para a monitorização de pacientes. A solução deve ser implantada em larga escala e ajudar as equipes técnicas a se protegerem contra ameaças, enquanto impulsiona o desempenho, incorpora inovação e (idealmente) maximiza investimentos anteriores em infraestrutura. Para ajudar as equipes técnicas a traçar esse caminho, a Philips forneceu respostas para perguntas comuns sobre sua monitorização em toda a empresa, implantação e integração de TI.
Diante da necessidade cada vez maior de uma monitorização de pacientes flexível, segura e confiável, os sistemas de saúde podem se beneficiar de uma nova abordagem para a monitorização de pacientes. Deve conectar de forma integrada hospitais e outros locais de atendimento em toda a empresa. Deve abraçar a virtualização de servidores. E, quando possível, deve funcionar na infraestrutura de rede existente.
Para ajudar os sistemas de saúde a alcançar essa transformação, a Philips investiu em cibersegurança moderna, redes e ambientes virtuais, além da compatibilidade entre sistemas. Os sistemas de saúde também podem garantir uma verdadeira parceria, que os ajude a se adaptar em todo estabelecimento de atendimento médico e enfrentar novos desafios.
Deseja saber mais? Essas respostas para perguntas frequentes podem ajudar os sistemas de saúde a se prepararem antes de iniciar a transição:
P: Por que a monitorização de pacientes exige uma solução unificada entre redes integradas de prestação de cuidados de saúde?
A: A monitorização de pacientes é um sistema de missão crítica, assim como o Prontuário Médico Eletrônico (EMR), portanto deve ser implantado e gerenciado da mesma forma. (Semelhante ao Prontuário Médico Eletrônico, essa abordagem deve incluir um administrador do sistema para ajudar a coordenar e gerenciar a solução). Em vez de adotar uma abordagem em nível unitário, uma única plataforma de monitorização deve conectar locais em todo o estabelecimento de atendimento médico e aproveitar, sempre que possível, a infraestrutura existente.
Os benefícios dessa abordagem incluem:
P: Os sistemas de saúde ainda deveriam comprar servidores físicos?
R: Embora os clientes ainda possam adquirir servidores físicos da Philips se desejarem, esse hardware não possui redundância e pode estar sujeito a falhas. Em vez disso, podem considerar implantar servidores virtuais, que muitos sistemas de saúde já utilizam em seus data centers para outros sistemas críticos. Além de potencialmente aproveitar investimentos em infraestrutura existentes, os servidores virtuais:
Os sistemas de saúde que trabalham com a Philips têm opções de virtualização, incluindo virtualização de links empresariais para o PIC iX, a plataforma de informática de monitorização de pacientes da Philips. (Um arquiteto de soluções Philips pode explicar as opções.) Sistemas de saúde também podem receber suporte para virtualizar servidores físicos Philips existentes.
P: Os sistemas de saúde podem usar suas próprias redes para monitores Philips?
A: Sim. A mudança em relação às redes proprietárias de fornecedores pode beneficiar os sistemas de saúde, e a Philips está alinhada com essa tendência. Investimentos significativos aumentaram a compatibilidade de TI dos monitores de pacientes, para que funcionem com infraestrutura cabeada e sem fio já existente. As equipes de TI do sistema de saúde podem colaborar com os arquitetos de dados da Philips para explorar como os componentes de monitorização de pacientes podem se integrar perfeitamente.
P: O que as redes cabeadas existentes podem suportar das soluções Philips?
A: Os componentes podem incluir monitores à beira do leito, estações de supervisão, servidores e até mesmo infraestrutura sem fio Smart-hopping. Colocar aparelhos em redes existentes permite aos clientes monitorar o tráfego de rede com mais segurança e proporciona flexibilidade para realocar aparelhos conforme necessário. Além disso, os clientes podem isolar os aparelhos Philips da rede mais ampla utilizando diversas tecnologias, se desejarem.
P: Os sistemas de saúde têm opções de redes sem fio com a Philips?
A: Sim. Historicamente, as opções para sistemas de saúde focavam na solução wireless Philips Smart-hopping, que utiliza a faixa de 1,4 GHz designada para equipamentos médicos. Embora a Philips planeje continuar oferecendo e atualizando o Smart-hopping, ela também oferece suporte a sistemas 802.11 operando em frequências de 2,4 GHz ou 5 GHz. Essa expansão reconhece a flexibilidade e escalabilidade que o 802.11 pode oferecer, bem como as melhorias de segurança e confiabilidade alcançadas por essas redes nos últimos anos. Se necessário, a Philips pode ajudar os sistemas de saúde a aprimorar suas redes 802.11 para atender aos seus requisitos de monitorização, um processo que pode beneficiar todos os aparelhos sem fio conectados. Para sistemas de saúde que estão decidindo entre Smart-hopping e 802.11, a Philips pode ajudar a coordenar uma reunião com as equipes de TI, departamento de engenharia biomédica e clínica para discutir todas as opções em detalhes.
Infraestrutura | Quem fornece | Technology |
|---|---|---|
Servidor | Sistema de saúde | Virtual |
Com fios | Sistema de saúde | Rede do sistema de saúde |
Sem fio | Sistema de saúde | 802.11 |
Infraestrutura | Quem fornece | Technology |
|---|---|---|
Servidor | Sistema de saúde | Virtual |
Com fios | Sistema de saúde | Rede do sistema de saúde |
Sem fio | Philips | Smart-hopping |
P: Como a infraestrutura de monitorização de pacientes se torna segura com a Philips?
A: A cibersegurança do cliente é uma das principais preocupações na Philips. Muitas funções de segurança já estão integradas às soluções da Philips, e a Philips faz parceria com os clientes para projetar sistemas seguros que atendam a necessidades personalizadas. Como primeiro passo, a Philips pode agendar uma reunião de cibersegurança com o diretor de segurança da informação e a equipe de segurança de TI do cliente. Essas reuniões abrangem a segurança já incorporada nas soluções da Philips, as melhores práticas usadas por outros clientes e os papéis e responsabilidades do cliente e da Philips. Tópicos adicionais podem incluir isolamento de rede, atualizações do sistema operacional, políticas de senha, recuperação de desastres e proteção de endpoints.
P: De que maneiras as equipes técnicas dos sistemas de saúde são apoiadas pela Philips?
R: A parceria inclui treinamentos para equipes técnicas para gerenciar o sistema Philips, bem como melhores práticas para implantar soluções Philips em redes existentes. Os clientes contam com total suporte da Philips em cada etapa, com a segurança do paciente sempre como prioridade máxima. Também é importante apoiar a colaboração entre as equipes de TI e biomédicas na implementação e no gerenciamento. A Philips pode organizar uma reunião conjunta para discutir a arquitetura do sistema, cenários de falhas e melhores práticas.
P: Como os sistemas de saúde podem fazer a transição para a infraestrutura virtualizada e utilizar suas próprias redes?
R: Tal modelo pode representar uma mudança em relação à abordagem convencional de monitorização de pacientes. Em resposta, os sistemas de saúde podem trabalhar com a Philips em várias opções para adequar-se aos níveis de conforto e facilitar a transição. Confiabilidade e segurança do paciente são prioridades máximas na Philips, com muitos mecanismos de proteção incorporados às soluções. Os clientes não apenas recebem especificações, mas são apoiados por meio de uma abordagem consultiva durante o processo de elaboração do projeto. O processo inclui percorrer os requisitos e discutir as melhores práticas adotadas por outros sistemas de saúde.