Junho é o Mês da Saúde Masculina, um período voltado à conscientização sobre o câncer de próstata, o segundo mais comum entre os homens. Este artigo apresenta como a Philips auxilia os médicos com ferramentas avançadas de diagnóstico por imagem, IA e patologia digital para melhorar a detecção precoce e o diagnóstico da doença.
O câncer de próstata continua sendo o segundo mais comum entre a população masculina. Mesmo assim, muitos indivíduos ainda desconheçam os avanços nos métodos de detecção capazes de melhorar significativamente os desfechos clínicos. Mesmo fazendo tudo certo, muitos homens ainda enfrentam a realidade frustrante de um erro de diagnóstico de um tratamento excessivo.
Estudos mostraram que:
Isso significa que alguns homens são submetidos a procedimentos agressivos ou desnecessários, capazes de causar efeitos adversos sem proporcionar melhora na qualidade de vida. Durante os exames anuais, muitos homens fazem um teste de PSA, que pode levar a uma biópsia se os níveis estiverem altos. No entanto, os métodos convencionais de biópsia podem não identificar tumores agressivos ou apontar casos de baixo risco que não exigem tratamento.
Em junho, durante o Mês da Saúde Masculina, chegou a hora de discutirmos um caminho melhor para o futuro. Um caminho com os recursos mais modernos em diagnóstico por imagem, urologia e patologia digital para auxiliar os médicos a ter mais clareza no cuidado do câncer de próstata e oferecer o melhor cuidado possível.
Por décadas, o método padrão de detecção do câncer de próstata tem sido a biópsia TRUS, um procedimento que realiza a coleta de fragmentos de regiões aleatórias da próstata sob orientação exclusiva de ultrassonografia.
Atualmente, o cuidado com o câncer de próstata está migrando para diagnósticos de precisão que integram exames de imagem, biópsia direcionada, patologia aprimorada por inteligência artificial e planejamento personalizado. Essas abordagens de diagnóstico de próstata já são adotadas em 25 dos 30 principais hospitais oncológicos de referência dos EUA.
1. Imagem inteligente
A Philips oferece o Elition X (3.0T) com SmartSpeed: Técnicas de aceleração de aquisição de imagem habilitadas por IA e resolução até 65% superior, permitindo uma ressonância nuclear magnética biparamétrica da próstata em aproximadamente 5 minutos. [3] O Philips SmartSpeed é o resultado premiado de uma competição organizada pelo Facebook-AI. [4]
2. Interpretação eficiente e precisa
Para melhorar a eficiência e a consistência dos radiologistas na definição de um diagnóstico, a Philips oferece o AI-Manager [5], um ponto de integração aberto e agnóstico em relação ao fornecedor para aplicativos de IA de terceiros no fluxo de trabalho radiológico existente. Visando otimizar o fluxo de trabalho diagnóstico do câncer de próstata, a Philips oferece o AI-Manager com vários aplicativos de IA voltados para essa área de atuação: Bot-Image, Lucida Medical e Quibim.
DynaCAD [6] oferece ao radiologista uma visualização avançada dedicada de imagens de ressonância nuclear magnética multiparamétricas, permitindo a delimitação da glândula prostática, das lesões e o laudo de acordo com a norma PIRADS.
3. Descubra insights e colaboração
Para viabilizar um diagnóstico preciso na primeira intervenção do câncer de próstata, a Philips oferece a solução integrada DynaCAD Urology e UroNav. A segmentação da próstata, a identificação e segmentação das lesões de câncer de próstata e seu respectivo escore PIRADS são transferidos do DynaCAD para o UroNav, o que permite o compartilhamento dos resultados do radiologista com o urologista para a preparação e a execução do procedimento de biópsia.
O sistema UroNav realiza a fusão de imagens de ressonância magnética e ultrassom em tempo real durante o procedimento de biópsia (com tecnologia de rastreamento eletromagnético), o que proporciona um rendimento diagnóstico 30% superior para casos de câncer de próstata de alto risco. [7]
As biópsias coletadas pelo urologista (usando UroNav) precisam ser analisadas pelo patologista. Visando auxiliar os departamentos de patologia no processo de transição para a digitalização, a Philips possui a maior infraestrutura instalada de patologia digital do mundo por meio de uma solução completa (PIPS): um scanner, um software de visualização chamado Sistema de Gerenciamento de Imagens (IMS) e monitores, além de serviços comprovados de planejamento, implementação e transformação que ajudaram mais de 300 clientes a digitalizar seus fluxos de trabalho de patologia clínica. [8]
A Philips também fez uma parceria com soluções de IA de terceiros para patologia (digital). [9]
Os primeiros resultados demonstram um aumento de até 25% na eficiência durante a transição da patologia analógica (por microscópio) para a digital, além de um ganho subsequente de até 37% de produtividade com a integração de inteligência artificial à patologia digital. [10]
Nossas soluções clínicas podem melhorar a detecção e a experiência do paciente ao reduzir biópsias desnecessárias e potencialmente reduzir as complicações pós-procedimento. A patologia digital economiza tempo e recursos por meio de funcionalidades colaborativas simplificadas e ferramentas de gerenciamento de casos. Essa solução digital pode ser utilizada em conjunto com a infraestrutura de tecnologia da informação corporativa e recursos de IA [9], proporcionando ganhos de produtividade e eficiência de forma econômica. [11] A IA pode, por exemplo, ajudar a aplicar automaticamente o escore de Gleason em amostras de tecido do paciente, o que é importante para indicar o estadiamento do câncer de próstata.
O Philips DynaCAD Urology reúne tudo em uma única visão do paciente, combinando imagens, locais de biópsia e dados patológicos. Isso auxilia os médicos a dar um diagnóstico confiante, promovendo que os cuidados de saúde sejam os melhores possíveis.
O câncer de próstata afeta 1 em cada 6 homens nos EUA e na Europa. [12] No entanto, a maioria dos homens diagnosticados com câncer de próstata não falece em decorrência da doença, e mais de 3,3 milhões de homens nos EUA que receberam esse diagnóstico estão vivos até hoje. Juntos, vamos fazer a diferença.