Um estudo de telemetria cardíaca remota em pacientes após AVC criptogênico demonstra aumento na detecção de fibrilação atrial e economia de 4 milhões de dólares utilizando inicialmente o Philips Mobile Cardiac Telemetry — MCOT. O estudo avaliou uma população de 1.000 pacientes com AVC durante um ano para analisar as diferenças nos custos e resultados associadas à terapia com o patch MCOT seguida de ILR ou apenas ILR, com base em um período de monitorização de 30 dias após AVC criptogênico.
Royal Philips (NYSE: PHG, AEX: PHIA), líder mundial em tecnologia para saúde, realizou pesquisas avaliando o MCOT como uma solução de monitorização ambulatorial de primeira linha para diagnóstico em pacientes com histórico de AVC criptogênico. O estudo determinou que um programa de monitorização contínua de 30 dias usando o adesivo Philips MCOT, seguido de um ILR, melhorou as taxas de detecção de fibrilação atrial e ajudou a reduzir o risco de AVC secundário devido ao novo uso de anticoagulantes em indivíduos cuja fibrilação atrial foi detectada pelo adesivo MCOT. O estudo também demonstrou que o custo total por paciente com fibrilação atrial detectada foi significativamente menor no braço MCOT seguido de ILR em comparação ao braço apenas ILR (USD 29.598 vs USD 228.507, respectivamente) [1]. Esses resultados reforçam as recomendações para a monitorização prolongada do ECG para essa população de pacientes.
Globalmente, cerca de uma em cada quatro pessoas com mais de 25 anos sofrerá um AVC ao longo da vida [2]. Quase um terço dos AVCs isquêmicos — resultado de coágulos sanguíneos que bloqueiam o fluxo sanguíneo para o cérebro — são classificados como criptogênicos, ou seja, a causa é desconhecida [3]. Essas situações requerem investigação diagnóstica pós-AVC para determinar a causa e prevenir um segundo AVC. A fibrilação atrial (FA) é uma causa comum e pode aumentar o risco de AVC em mais de cinco vezes [4], mas frequentemente não é detectada, pois pode ser assintomática e ocorrer de forma esporádica.
O estudo avaliou uma população de 1.000 pacientes com AVC durante um ano para comparar as diferenças de custos e resultados de duas opções de monitorização atualmente disponíveis para os médicos, visando melhorar o cuidado ao paciente e aumentar a eficiência dentro do sistema de saúde. Os resultados revelaram que o uso de um adesivo MCOT seguido por ILR em metade dos pacientes inicialmente não diagnosticados com fibrilação atrial resulta em uma economia total nos custos de cuidado superior a US$ 4 milhões. MCOT da Philips detectou 4,6 vezes mais pacientes com fibrilação atrial do que o ILR sozinho. E para aqueles com fibrilação atrial detectada, o custo por paciente foi significativamente menor ao utilizar o adesivo MCOT seguido de ILR (US$ 29.598) do que para aqueles monitorados apenas com ILR (US$ 228.507).
Os pacientes foram monitorados por 30 dias e incluídos em um dos dois braços do modelo: o braço de patch MCOT, no qual pacientes com fibrilação atrial não detectada foram monitorados por 30 dias com o MCOT da Philips seguido pelo ILR, ou o braço ILR, no qual o ILR foi utilizado como única ferramenta de monitorização.
A Philips disponibiliza um portfólio completo de serviços clinicamente validados de diagnóstico e monitorização cardíaca ambulatorial, além de soluções para o cuidado do AVC, que oferecem análise e gerenciamento de dados de referência no setor para tornar a assistência mais abrangente, precisa e eficiente. Essas soluções buscam integrar informações, tecnologias e pessoas tanto nosjornadas de cuidado do AVC quanto nos de cuidado cardíaco, possibilitando às equipes de assistência que atuem com rapidez e tomem decisões assertivas para proporcionar o melhor tratamento aos pacientes. Esses resultados de pesquisa demonstram o forte compromisso da empresa em promover ainda mais a inovação nesta área.