 Desde 2002, a Philips também está envolvida em testes de laboratório nas universidades de Surrey (UK) e Jefferson (USA) com lâmpadas com maior conteúdo azul. Além disso, diversos testes de campo foram realizados. Dentre eles, merecem destaque um estudo em um call center no Reino Unido realizado pela Vielife e outro no inverno de 2005, no Centro de Distribuição Brabant na Holanda, onde as novas lâmpadas ActiViva “Active” foram instaladas na área da empacotamento.
Os resultados desses testes levaram à gradativa introdução no mercado da nova linha de lâmpadas ActiViva, que contêm uma quantidade otimizada de luz azul, resultando em uma temperatura de cor alta, atendendo a todas as normas e padrões de iluminação relevantes.
Em testes de campo realizados com as lâmpadas ActiViva (aplicações em que as lâmpadas existentes foram substituídas pelas ActiViva), as pessoas indicaram um aumento em seu próprio desempenho de 10% ou mais. Outro resultado foi que mais de 80% das pessoas estudadas quiseram manter a iluminação ActiViva depois de um período de adaptação. Isso foi uma surpresa, já que se pensava anteriormente que lâmpadas com altas temperaturas de cor teriam desempenho mais baixo em termos de aceitação.
Esses resultados também indicaram duas maneiras de aplicação para as lâmpadas ActiViva: primeiramente, o uso em instalações de iluminação convencional para criar um ambiente energizante. Em segundo lugar, as lâmpadas ActiViva podem ser usadas em soluções de iluminação dinâmica para estender a gama de temperaturas de cor, criando assim um ambiente de trabalho saudável e estimulante da forma mais eficiente possível.
De acordo com a Vielife, consultoria que participou da condução de pesquisas no call center de uma grande empresa de seguros do Reino Unido, sob a nova tecnologia de iluminação, as pessoas descobriram que sua memória e concentração melhoravam e que elas se sentiam mais alertas. A produtividade também melhorou, com o aumento no número de chamadas atendidas e a diminuição do número de chamadas perdidas ou abandonadas. “Tínhamos um grupo de controle em paralelo ao grupo da intervenção ativa e houve uma clara diferença entre esses dois grupos. Sendo assim, os resultados foram bastante encorajadores, sugerindo que a iluminação pode ter um impacto no desempenho e na rotina das pessoas e em como elas se sentem”, explicou à época do estudo o Dr. Peter Mills, principal executivo da área de saúde da Vielife.
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