História

Os alicerces daquela que viria a tornar-se uma das maiores empresas de eletrônica de todo o mundo foram lançados em Eindhoven, Holanda, em 1891.

 

A Philips começou produzindo lâmpadas de filamento de carbono e, na virada do século, já era um dos maiores fabricantes da Europa.

Como os desenvolvimentos das novas tecnologias de iluminação incentivaram um programa de expansão regular, em 1914 foi criado um laboratório de pesquisa destinado a estudar fenômenos físicos e químicos e a estimular a inovação dos produtos.

Em 1918, a empresa lançou um tubo de raios-X, fato que marcou o início da diversificação de seu portfólio de produtos e o momento em que começou a proteger suas inovações com patentes, em áreas que abrangiam da radiação de raios-X à recepção de rádio.


A Philips envolveu-se nas primeiras experiências de televisão em 1925, e em 1927 começou a produzir rádios. Em 1932 já tinha atingido um milhão de unidades vendidas. Um ano mais tarde, a produção de válvulas de rádio chegou aos 100 milhões. Nesse mesmo ano, iniciou a produção de equipamento médico de raios-X nos Estados Unidos.


Em 1939, quando lançou o primeiro aparelho de barbear elétrico, a empresa já tinha 45 mil empregados em todo o mundo.

A ciência e a tecnologia sofreram uma enorme evolução nas décadas de 40 e 50, quando o  a Philips Research (Laboratório de Pesquisas da Philips) inventou as cabeças rotativas que conduziram ao desenvolvimento do aparelho de barbear Philishave,  dando início a um extenso trabalho que hoje inclui o desenvolvimento dos transistores e circuitos integrados. A Philips também exerceu uma contribuição muito importante no desenvolvimento da gravação, transmissão e reprodução de imagens televisivas. Em 1963 lançou o toca-fitas cassete compacto; em 1965 produziu os primeiros circuitos integrados.

Ao longo da década de 70, continuaram a ser apresentados novos produtos e idéias de grande relevância. A pesquisa na área da iluminação contribuiu para o aparecimento das novas lâmpadas PL e SL, que se destacam pela economia de energia. Ao mesmo tempo, o Philips Research lançou outras importantes novidades no processamento, armazenamento e transmissão de imagens, som e dados. Isso levou às invenções do disco óptico LaserVision, do CD e dos sistemas ópticos de telecomunicações.

Em 1972, a Philips criou a Polygram, uma gravadora muito bem-sucedida. Em 1974, adquiriu a Magnavox e em 1975 a Signetic, nos Estados Unidos. Nos anos 80, as aquisições incluíram a empresa televisiva GTE Sylvania e a empresa de lâmpadas Westinghouse. Em 1983, a empresa fixou um marco tecnológico: a criação do CD. Outros marcos de referência foram, em 1984, os 100 milhões de unidades de televisores Philips produzidos e, em 1985, os 300 milhões de aparelhos elétricos de barbear Philishave.

 

A década de 90 trouxe alterações significativas para a Philips. A empresa conduziu um importante programa de reestruturação, com o objetivo de reconquistar uma posição forte, simplificando sua estrutura e reduzindo o número de negócios. Em 1997, em cooperação com diversas outras empresas – e apoiada no sucesso da tecnologia do CD, inventado pela Philips e lançado em conjunto com a Sony -, apresentou o produto eletroeletrônico de crescimento mais rápido no mercado: o DVD.

Entrando no século 21, a empresa continua a mudar e a crescer. É sabido já por muitas pessoas que a empresa não é apenas mais um fabricante de eletroeletrônicos de consumo, mas tem-se dedicado a projetar uma imagem nova e mais representativa de si mesma, que reflete os produtos que oferece nas áreas de saúde, estilo de vida e tecnologia.

A grande campanha de marketing de 2004 revelou o novo compromisso da marca: Sense and Simplicity”, por meio da qual a empresa confirmou sua dedicação em oferecer aos consumidores de todo o mundo produtos avançados, fáceis de usar e, sobretudo, projetados para atender às suas necessidades.