Philips Respironics e Associação Brasileira do Sono realizam ação de rua para conscientizar a população sobre os riscos do ronco e da apneia do sono

Março 18, 2014

Contato direto com a população e lançamento do site Ronco é coisa séria marcam o Dia Mundial do Sono na capital paulista. Além da aplicação do Questionário de Berlim, que ajuda a identificar quando é hora de procurar ajuda médica, profissionais da saúde e médicos estarão disponíveis para conversar com as pessoas e esclarecer dúvidas da população

 

 

São Paulo, março de 2014 – Diferente do que muita gente pensa, quem ronca não dorme nada bem e precisa procurar ajuda. Nesta sexta-feira (14), em comemoração ao Dia Mundial do Sono, a Associação Brasileira do Sono – ABS e a Philips Respironics promoverão uma ação educativa no Shopping Center 3, localizado à Av. Paulista, para chamar a atenção e conscientizar as pessoas sobre os riscos da apneia do sono, doença caracterizada principalmente pelo ronco. Além do evento, que acontece das 10hs às 20hs, também será lançado o site www.roncoecoisaseria.com.br, que disponibiliza informações sobre a relação da doença com a obesidade, diabetes, hipertensão e problemas cardiovasculares.

 

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 40% da população mundial sofre com algum dos 80 tipos de Doenças do Sono. "A apneia obstrutiva do sono é um dos distúrbios mais comum da população, causado principalmente pelo sobrepeso e obesidade. O problema tem tratamento, mas a maior parte da população segue sem o diagnóstico. Somente em São Paulo, um estudo do Instituto do Sono mostrou que cerca de um terço da população adulta sofre de apneia do sono", explica o Dr. Geraldo Lorenzi Filho, PhD em Pneumologia/Medicina do Sono e presidente da ABS.

 

As pessoas têm dormido cada vez menos. Para se ter uma ideia, a média de sono na década de 90 era de nove horas e, atualmente, é de apenas seis. Isso, aliado ao estresse nos grandes centros urbanos e os maus hábitos de vida, torna-se um risco à saúde pública. "Mais do que o ronco, em cerca de 50% dos casos quem sofre de apneia obstrutiva do sono apresenta quadros de hipertensão arterial sistêmica, em aproximadamente 25% está associada à insuficiência cardíaca e até 60% dos enfermos podem ter um Acidente Vascular Cerebral (AVC), conhecido como derrame, que pode levar à morte", afirma a Dra. Glaucylara Reis, médica cardiologista do INCOR e especialista em Medicina do Sono.

 

O diagnóstico da apneia do sono começa com a aplicação de um questionário, que indica quando é hora de procurar um especialista. Depois disso, é feito um exame chamado polissonografia, que consiste em um teste realizado geralmente à noite para registrar as amplas variações biofisiológicas que ocorrem durante o sono. Entre os parâmetros avaliados, estão o fluxo de ar nasal e bucal, eletrocardiograma, movimentos respiratórios e movimento dos membros inferiores.

 

"A apneia do sono é uma doença que pode causar vários problemas, incluindo sonolência, cansaço, hipertensão arterial e infarto. Diante disso, uma abordagem de tratamento multidisciplinar tem se mostrado cada vez mais efetiva para quem sofre de apneia", argumenta o presidente da ABS. O início rápido do tratamento ajuda a evitar doenças mais graves e pode ser feito utilizando desde simples placas dentárias a cirurgias de remoção ou redução de amídalas. Também há o "CPAP", da sigla inglesa Continuous Positive Airways Pressure – um aparelho que faz a emissão contínua do ar ajudando na desobstrução das vias respiratórias durante o sono e que pode ser usado na casa do paciente.

 

Mais informações sobre o que é a Apneia Obstrutiva do Sono (AOS)

 

Normalmente, quando se dorme, os músculos que controlam a língua e o palato mole mantêm as vias aéreas abertas. Se esses músculos relaxam, as vias aéreas se estreitam, causando os roncos e dificuldades na respiração. A AOS acontece quando esses músculos relaxam demais, as vias aéreas ficam completamente obstruídas, impedindo a respiração. Depois de um período de tempo, entre dez segundos e dois minutos, o cérebro percebe que falta oxigênio e avisa ao corpo para que acorde.

 

A maioria das pessoas que sofrem de AOS não tem conhecimento disso. A condição frequentemente é detectada pelo parceiro(a) de cama, que presencia os sintomas, sendo eles:

  • Sonolência diurna excessiva
  • Sono agitado
  • Ronco alto, perturbador
  • Depressão
  • Obesidade
  • Esquecimento
  • Irritabilidade
  • Falta de concentração

 

Site oficial da Associação Brasileira do Sono (ABS): www.absono.com.br

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