"De Peito Aberto" defende a Telemedicina para o futuro da saúde pública no país


Promovido pela Philips do Brasil, o encontro dos principais cardiologistas do país discutirá a importância da Telemedicina para o sistema de saúde e o seu papel na humanização do atendimento médico

Junho 19, 2013

São Paulo, Brasil – No próximo dia 21 de junho, a Philips Healthcare reunirá os principais cardiologistas do país em mais uma etapa do programa “De peito aberto” que debaterá as melhorias do tratamento cardiológico e o papel da telemedicina no sistema público de saúde. Em sua terceira edição, o evento contará com a presença dos 50 maiores cardiologistas do Brasil, e receberá a visita do cardiologista Dr. James G. Jollis, Coodernador Regional Cuidado de Cardiologia Aguda, que falará sobre o tratamento para cardíacos agudos, e do indiano Dr. Devi Prassad Shetty, que falará sobre como melhorar o atendimento de pacientes cardíacos nos países em desenvolvimento, com base na sua bem sucedida experiência de atendimento simultâneo na Índia.

 

Tendência mundial para acelerar o atendimento e otimizar recursos, a Telemedicina já é uma realidade em alguns hospitais brasileiros, pois consiste em uma comunicação simples e no emprego de uma tecnologia de baixo custo. “A telemedicina tem um papel social inestimável, que permite a comunicação à distância entre equipes médicas que podem discutir procedimentos, avaliar exames, indicar medicação, cirurgias e até definir um diagnóstico. É uma solução para médicos emergencistas e especialistas que, muitas vezes, estão em atendimento nas periferias dos grandes centros ou no interior do país, a quilômetros de distância”, argumenta o Dr. Múcio de Oliveira, Diretor do Setor de Emergência do Instituo do Coração (InCor) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e líder do Comitê Executivo do programa De Peito Aberto.

 

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) ,a doença isquêmica do coração, ou ataque do coração, é a principal causa de mortes no mundo. Somente no Brasil, cerca de 300 mil pessoas morrem por ano em decorrência de doenças cardiovasculares, geralmente relacionadas aos maus hábitos e o ritmo estressante dos centros urbanos, além do aumento da longevidade da população. “No próximo encontro do ‘De Peito Aberto’, discutiremos sobre como é possível transformar a realidade do atendimento aos pacientes cardíacos, por meio do uso da Telemedicina. Nos anos anteriores, focamos no outro pilar do projeto, que consiste na capacitação de profissionais (médicos, enfermeiros e farmacologistas) para o correto atendimento aos pacientes com os primeiros sintomas de infarto. Este ano a Philips avança um passo e aborda também, o tema da Telemedicina, uma ferramenta possível e que deve ser considerada no cenário do sistema da saúde, pois encurta distâncias, economiza tempo e recursos, aumentando a chance de salvar vidas”, explica Vitor Rocha, vice-presidente da área de Saúde da Philips para América Latina.

 

O programa “De peito aberto” acontece há três anos e já passou por São Paulo, Paraná, Recife e Minas Gerais, chegando a importantes conclusões. Dentre elas, que a tecnologia é apenas uma das respostas e que outros pontos, como educação profissional e a organização de parcerias, também devem ser considerados no desenvolvimento de soluções, principalmente em grandes centros urbanos.

 

Projeto Infarto
Entre as iniciativas que compõem o programa De Peito Aberto, está o Projeto Infarto, realizado em parceria com a Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP) e a Secretaria de Saúde do Município de São Paulo. Por meio desta ação a Philips capacitou 350 profissionais em 2011, 2.500 em 2012, e pretende treinar mais 2.500 este ano. O objetivo é reduzir a taxa de mortalidade por Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) durante os primeiros atendimentos nos setores de emergência. O foco deste projeto é o sistema público de saúde. Os hospitais que participaram do evento tiveram uma redução de quase 30% de mortalidade após o treinamento e, contatou-se ainda, uma redução de 28,8% na taxa de mortalidade por problemas cardíacos.

 

 

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